L-arginina & L-ornitina 100 Cápsulas Twinlab

TWL-130

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Arginina é um aminoácido produzido pela hidrólise ou digestão de proteínas. Ela é uma das bases hexonas, e fornece o grupo amidina para a síntese de creatina. A arginina também é formada pela transferência de um átomo de nitrogênio de aspartato para citrulina no ciclo da uréia e a seguir perde uréia, para formar Ornitina.

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A arginina é um aminoácido produzido pela hidrólise ou digestão de proteínas. Ela é uma das bases hexonas, e fornece o grupo amidina para a síntese de creatina. A arginina também é formada pela transferência de um átomo de nitrogênio de aspartato para citrulina no ciclo da uréia e a seguir perde uréia, para formar Ornitina. A L-ornitina pode ser formada a partir da arginina pela ação da arginase. Pode formar ácido glutâmico, citrulina, arginina, prolina e pode estar deficiente nos indivíduos sob dietas hipoprotéicas. A L-Ornitina pura é uma molécula instável, e para estabilizá-la foi criada a sua forma cloridrato (estável). hidroxi-prolina. Encontra-se em várias proteínas alimentares,

Mecanismo de Ação

A arginina estimula a hipófise, aumentando a secreção do hormônio de crescimento; isso explica sua ação queimando gorduras e promovendo o desenvolvimento da massa muscular. Durante o exercício físico, através de desaminação das proteínas, o organismo produz grande quantidade de amônia. O aumento na concentração de amônia por sua vez produz um aumento de lactato sanguíneo, ocasionando a fadiga muscular. A arginina e a Ornitinae em patologias, a produção pode não atender as necessidades mínimas. As melhores fontes de L-aginina são chocolate, coco, laticínios (leite e queijo), gelatina, carne, aveia, ovos, amendoim, soja, nozes, farinha de trigo, trigo e germe de trigo. convertem a amônia em uréia (30 vezes menos tóxica) diminuindo, assim, a fadiga muscular. Esse aminoácido pode ser produzido pelo corpo humano; no entanto, em recém-nascidos

Propriedades

Aumento da imunidade: a suplementação de arginina estimula o timo e provoca a produção de linfócitos nessa glândula, o que parece estar relacionado a seus efeitos na secreção de vários hormônios endócrinos. Um grupo de pesquisadores japoneses relatou que células imunológicas de seres humanos saudáveis, incubadas com excesso de arginina in vitro, demonstraram um aumento de três vezes na atividade das células de defesa e aumentos igualmente significativos em outras atividades imunes desejáveis, como um aumento de atividade antitumoral direta. Portanto, a L-arginina pode beneficiar pacientes com AIDS e tratar doenças que afetam o sistema imunológico.

Combate ao câncer: Existem evidências cada vez maiores de que a arginina inibe o crescimento de diversos tumores. Em trabalhos com animais, mais de uma dezena de tumores diferentes foram inibidos, em termos de regressão, crescimento mais lento e menor incidência. Evidências acumuladas que atestam o potencial antitumoral da arginina.

Desenvolve músculos e queima gorduras: Um número cada vez maior de atletas, adeptos da musculação e pessoas em dieta vem usando a arginina. Esse aminoácido aumenta a secreção do hormônio de crescimento, que na corrente sanguínea ajuda a queimar gorduras e desenvolver a musculatura. A L-arginina ajuda a manter um equilíbrio adequado de nitrogênio, funcionando como veículo ao transporte e armazenamento do nitrogênio, favorecendo a excreção de seu excesso.

Provoca a cicatrização de queimaduras e outros ferimentos: ao estimular a secreção do hormônio do crescimento, a arginina acelera a cicatrização de ferimentos, e inibe a perda de massa muscular após cirurgias ou ferimentos. Vários estudos com animais demonstraram esses efeitos benéficos.

Protege o fígado e desintoxica o corpo de substâncias prejudiciais: Demonstrou-se que a suplementação de arginina previne os efeitos tóxicos e normalmente mortais da administração de amônia a ratos. Seres humanos que sofriam de algumas formas sérias de doenças hepáticas também foram tratados com arginina, com excelentes resultados. A L-arginina pode ser usada no tratamento da cirrose, e na neutralização da amônia.

Aumento da fertilidade masculina: A importância da arginina na produção normal de esperma está bem definida. Diversos estudos demonstraram a relação entre a baixa contagem de esperma e dietas deficientes em arginina. Em um estudo, homens que apresentavam baixa contagem de esperma responderam favoravelmente à suplementação de arginina. Mais de 80% deles apresentaram melhora significante quando tomaram 4 g/dia de arginina via oral.

Tratamento da impotência: Estudos mostram que a arginina é um aminoácido importante para a produção de óxido nítrico endógeno, que é fundamental para que haja ereção e sua manutenção (em doses acima de 2 g/dia); além de ser um regulador de tônus vascular (vasodilatador).

Tratamento da hiperamonemia associada a defeitos congênitos no ciclo da uréia: Exemplos de problemas causados pelo defeito congênito: deficiência de carbamoil-fosfato-sintetase, deficiência de ornitina-carbamoil transferase, deficiência de arginosuccinatosintetase e deficiência de arginisuccinato liase. A arginina restabelece os níveis completos de ornitina e melhora o controle das concentrações de amônia no plasma.

Artrite e desordens dos tecidos conjuntivos: Como é um componente do colágeno, e ajuda na construção de novas células dos ossos e tendões, a L-arginina pode apresentar resultados benéficos no tratamento da artrite e de desordens do tecido conjuntivo.

Indicação

• Na hiperamonemia, ajudando na excreção do excesso de nitrogênio
• Nos casos de necessidade de liberação do hormônio do crescimento
• Nos casos de imunodepressão, aumentando o número de linfócitos T
• No combate ao câncer
• Para o desenvolvimento muscular e redução das gorduras corpóreas
• Na cicatrização de queimaduras e outros ferimentos
• Como hepatoprotetor, desintoxicando o organismo
• Para aumentar a fertilidade masculina
• Nos casos de impotência
• Nos casos de artrite e desordens do tecido conectivo
• Para estimular o pâncreas a liberar insulina
• Como auxilio diagnóstico na avaliação da função hipofisária

Concentração Usual

A faixa de dosagem usual como suplemento dietético é de 100 a 400 mg ao dia. Frequentemente as doses são maiores, quando o aminoácido é utilizado para uma finalidade específica ou em formulações usadas em medicina esportiva ou medicina ortomolecular

Contra-Indicação

• A suplementação de aginina não é recomendada para jovens, cujo desenvolvimento ósseo ainda está incompleto.
• O uso prolongado de doses elevadas pode oferecer riscos aos portadores de algumas formas de insuficiência renal ou hepática, havendo necessidade de supervisão médica.
• Pessoas com infecções virais como herpes não devem tomar suplementos de arginina, que poderia estimular a multiplicação de certos vírus.
• Mulheres grávidas e em fase de amamentação também devem evitar suplementos de arginina.
• Pessoas com esquizofrenia devem evitar o uso de mais de 30 mg/dia.
• O uso de prolongado é contra-indicado, principalmente em altas doses.

Efeitos Adversos

Em altas doses, a arginina pode causar doenças ósseas e de pele. Na superdosagem, podem ocorrer náuseas e diarréia aquosa. Doses muito altas de arginina podem agravar distúrbios mentais em esquizofrênicos.

Ornitina

Junto com a arginina, a L-ornitina é essencial no metabolismo da amônia, formando uréia para eliminação dos catabólitos nitrogenados (ciclo da ornitina). Em associação com a metionina, a ornitina é precursora da Espermina e da Espermidina, importantes fatores da proliferação celular.

Em adultos, onde o organismo geralmente consegue produzi-la em quantidades suficientes, a L-Ornitina é considerada um aminoácido não- essencial. Porém, em crianças, onde o organismo não consegue suprir o total dessas necessidades diárias, a L-ornitina é considerada essencial para o crescimento.

A L-ornitina estimula a glândula pituitária na liberação do Hormônio do Crescimento que é muito importante no crescimento e desenvolvimento das crianças e no desenvolvimento muscular dos adultos. A L-ornitina é precursora das poliaminas, que entram na formação do Hormônio de Crescimento. Devido a esse efeito, ela é amplamente utilizada na preparação de atletas.

Também possui o efeito de melhorar a função imune através da glândula do timo e, portanto, estimula a regeneração dos ferimentos. Em associação com a L-arginina, a L-ornitina estimula a formação de colágeno, que exerce efeito conectivo importante na pele, acelerando a cicatrização.

Indicação

• Estimula a liberação de Hormônio do Crescimento
• Ajuda na formação do sistema imunológico
• Promove a cicatrização
• Nas intoxicações, beneficia a função e a regeneração hepática
• No coma hepático, promove a eliminação de amônia, transformando-a em uréia no fígado, através do ciclo da uréia (ciclo da Ornitina)

Concentração Usual
A faixa de dosagem usual como suplemento dietético é de 100 a 400 mg ao dia. Frequentemente as doses são maiores, quando o aminoácido é utilizado para uma finalidade específica ou em formulações usadas em medicina esportiva ou medicina ortomolecular.

Recomenda-se de 500 a 2.500 mg/dia, em associação à arginina, para a liberação do Hormônio do Crescimento, em tratamento de quatro a seis semanas, obedecendo a intervalos de duas semanas.

Contra-Indicação
O uso é contra-indicado para pacientes com esquizofrenia.

Efeitos Adversos

O uso da L-ornitina pode ocasionar insônia e agravar quadros de esquizofrenia.

Ficha Técnica

Quantidade100 Cápsulas
UPC027434001175
OrigemEstados Unidos
FabricanteTwinlab

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